sábado, 10 de setembro de 2016

Adaptação à saudade retórica

Você dita ao meu coração o que ele não quer aprender, Dé.
Você quer que o meu coração siga tua receita só.

[...]

Mesmo que tenha a minha oração, que você dispensa Dé,
Você faz com que o meu coração siga tua beleza só.
Vá lembrar a tardinha, quando nos conhecemos Dé,
Havia uma beleza ali...
Ou era criatividade minha?

Abraço apertado, Dé,
Daqueles de quando tu preparavas o nosso café.

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