domingo, 24 de julho de 2022

Desconexão febril

Eu sinto na rima calada, querendo ou não te querendo é quase nada, ou quase nada ou quase nada.
O vazio ainda me consome, na rotina exaustiva, na dúvida eterna, no gosto herege capitalista. Ao meu lado, alguém que não consegue me perder, me desver, mais sofrer. Isso me angustia, mas como disse Mary D’Oxum, é um destino lindo. Mas por hora, mãe, sem ânimos aflorados e divertidos à base do reto, straight on the point. 
Só preciso me livrar da última etapa da minha vida adulta, é como um casamento conturbado, só que, nesse caso, com a ciência pobre e enxuta. Axé. Shalom. Adonai.  

Amém. 

E sem mais delongas, Senhor Tranca Rua, laroyê. 

Confio em ti.